Procuram-se voluntários

SPEA procura voluntários

A Sociedade Portuguesa para a Observação de Aves (SPEA) está à procura de voluntários para a observação de aves de rapina.

A SPEA pretende levar a cabo, entre os dias 9 e 11 de abril, a realização de um censo para identificar o número de mantas existentes nos arquipélagos da Madeira e dos Açores, a nossa Ilha incluída.

De acordo com os dados de 2019, foram observadas nos dois arquipélagos 624 exemplares, por 214 voluntários (135 nos Açores, 72 na Madeira e 7 no Porto Santo). Nesse ano foram observadas oito mantas na Ilha.

O prazo de inscrição no XV Censo de Mantas decorre até 8 de abril através dos contactos: madeira@spea.pt; +351 967 232 195 (Cátia Gouveia).

Ciência Cidadã (voluntários)

Manta observada em 2020, na encosta norte do Pico do Facho. Crédito: José Campinho

A SPEA aposta no trabalho dos voluntários para estimar a densidade populacional das mantas e promover a sua proteção. Aquela organização propõe a realização de percursos a pé, de bicicleta ou de automóvel. As contagens devem ser efetuadas entre as 10 e as 14 horas, período coincidente com o período de maior atividade das aves.
A cada participante disponibilizado material de apoio: a Ficha do
Censo, o Dístico para a viatura e o Inquérito aos participantes (Anexos A, B e C). Todos os materiais e a informação relativa ao projeto é disponibilizada antes de cada Censo, no site da SPEA.

Conhecida por Buteo Buteo pelos cientistas, esta ave de rapina é apelidada de manta na Madeira e de milhafre no arquipélago açoreano. No continente é chamada de águia d’asa redonda, onde apresenta ligeiras diferenças, nomeadamente ao nível do tamanho.

Na Região, a manta habita a Madeira e o Porto Santo e já nidificou nas Desertas, até 1996, altura em que a eliminação dos herbívoros para preservação dos habitats, impediu a sua permanência.

Carlos Silva

Depois de uma viagem tranquila, mergulhado num mar de dúvidas, aportei a 2 de setembro de 1999, à Ilha do Porto Santo! À chegada, uma doce e quente onda de calor, qual afago de mulher amada, assaltou-me, até hoje! Do sucedido de então, até aos dias de hoje, guardo-o na memória; os sucessos, de hoje em diante, aqui ficam, para memória futura, da minha passagem pela Ilha!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Next Post

Um minhoto no Porto Santo

Qua Mar 10 , 2021
(por José Campinho) Nos últimos dois meses, sempre que percorro a vereda norte do Pico do Facho, no Porto Santo, deparo-me com um casal de mantas folgazonas. Quando me aproximo, já conto com vê-las na brincadeira, entregues a incríveis evoluções acrobáticas, interrompidas por voos picados e rasantes, num atrevimento só […]