António Melim quer dar voz a uma Ilha sem voz

António Melim é candidato à Presidência da Câmara Municipal

António Melim assumiu hoje a sua candidatura à presidência do Município do Porto Santo.

No vídeo de apresentação, o empresário porto-santense radicado em Jersey, apresentou as razões da sua candidatura.

António Melim começou por criticar a inoperância da Câmara Municipal , dependente de partidos ou grupos económicos e das decisões tomadas nos gabinetes pelo governo do Funchal, sem ouvir ou consultar a população porto-santense.

O candidato à presidência do município destacou a falta de barco no Inverno, a falta de ligações aéreas, a falta de de um plano para a economia da Ilha no inverno, como problemas a resolver, bem como a “destruição da cultura, dos costumes e o abandono da agricultura, das pescas, das indústrias e do artesanato”.

“As decisões sobre o futuro da nossa Ilha tem que ser tomadas por nós porto-santenses”

“Dar voz ao nosso povo”, é o mote para a candidatura de António Melim, “iremos consultar sempre a população” refere o candidato que promete a consulta da população da Ilha nos seguintes temas: constituição ou não de uma segunda freguesia, a necessidade ou não do cargo de representante do governo na nossa terra e a constituição de um senado que decida e transmita ao governo as decisões da população porto-santense, o chamado Conselho da Ilha. “As decisões sobre o futuro da nossa Ilha tem que ser tomadas por nós porto-santenses”, reforça.

António Melim aponta para Julho uma campanha presencial no terreno para contactos com a população.

PPM suporta a candidatura

O Partido Popular Monárquico (PPM) assumiu o apoio à candidatura de António Melim, mas destacou a independência do candidato ” uma candidatura totalmente feita por pessoas porto-santenses, sem que o nosso partido tenha indicado este ou aquele candidato”.

De acordo com o PPM, o projeto visa a melhoria da qualidade de vida dos porto-santenses e o combate ao isolamento da Ilha.

Carlos Silva

Depois de uma viagem tranquila, mergulhado num mar de dúvidas, aportei a 2 de setembro de 1999, à Ilha do Porto Santo! À chegada, uma doce e quente onda de calor, qual afago de mulher amada, assaltou-me, até hoje! Do sucedido de então, até aos dias de hoje, guardo-o na memória; os sucessos, de hoje em diante, aqui ficam, para memória futura, da minha passagem pela Ilha!

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